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IPAC anuncia abertura de licitação para elaboração de inventários de referências culturais da Bahia | SECOM

O Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC) abriu licitação para a contratação de empresa especializada na elaboração de Inventário de Identificação de Referências Culturais.  O aviso foi publicado no Diário Oficial do Estado nesta quinta-feira (2).

A iniciativa tem como objetivo mapear, documentar e sistematizar informações sobre bens representativos do patrimônio cultural imaterial da Bahia, fortalecendo ações de preservação e valorização dessas manifestações.

O inventário contempla seis importantes referências culturais: os Festejos Cívicos do 7 de janeiro, em Itaparica; as Bandas Filarmônicas da Bahia; a Feira dos Caxixis, considerada uma das mais tradicionais feiras de cerâmica do país; o ofício dos oleiros e oleiras de Maragogipinho; o modo de fazer a viola machete, instrumento emblemático do Recôncavo Baiano; e o modo de fazer tradicional do Azeite de Dendê de Pilão e de Roldão.

A licitação será realizada na modalidade concorrência eletrônica, do tipo técnica e preço, critério que considera tanto a qualificação técnica quanto a proposta financeira das empresas participantes. A sessão de abertura está prevista para o dia 25 de maio de 2026, às 10h, por meio da plataforma Licitações-e, do Banco do Brasil.

O edital e seus anexos estão disponíveis nos portais oficiais de compras públicas. Informações adicionais podem ser obtidas junto à Comissão Permanente de Licitação do IPAC, pelo e-mail [email protected], telefone (71) 3117-6484, ou presencialmente, de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h, na sede do Instituto, situada na Rua Gregório de Matos, nº 31, Centro Histórico de Salvador.

Política de salvaguarda

A elaboração do inventário atende às demandas da Gerência de Patrimônio Imaterial (GEIMA), vinculada à Diretoria de Preservação do Patrimônio Cultural (DIPAT) do IPAC, e integra uma política contínua de reconhecimento e salvaguarda dos saberes, práticas e expressões culturais que constituem a identidade do povo baiano.
Além de reunir dados históricos, sociais e simbólicos, o inventário também contribui para subsidiar políticas públicas de proteção e promoção do patrimônio imaterial, podendo orientar futuras ações de registro oficial, apoio institucional e fomento às comunidades detentoras desses saberes.

Fonte: Ascom/IPAC

Vieira Fatima
Professora, moradora de Sento Sé e entusiasmo em jornalismo colaborativo. Trabalho supervisionado por um Editor chefe
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