A rede de restaurantes populares Bom Prato, mantida pelo Governo do Estado de São Paulo, anunciou alterações em sua escala de atendimento para os dias 7 e 8 de novembro. A medida visa garantir a continuidade dos serviços de segurança alimentar, mas exige atenção dos usuários devido à paralisação temporária para manutenção em unidades específicas.
Unidades fechadas para manutenção
Durante o próximo final de semana, os restaurantes localizados nas regiões da 25 de Março, Santos I e Suzano não realizarão atendimentos ao público. Nestas unidades, as atividades estão suspensas para a realização de reparos e manutenção preventiva nas instalações, com previsão de retorno das atividades normais na segunda-feira, dia 9 de novembro.
Programação de sábado e domingo
Para quem depende do serviço, a maior parte da rede segue operando normalmente. No sábado (7), estarão abertas diversas unidades na capital paulista, como Itaquera, Santana, Vila Nova Cachoeirinha, Limão, Refeitório Mauá Brás, Capão Redondo, São Mateus, Guaianases, Lapa, Santo Amaro e Tucuruvi. Na Região Metropolitana e interior, os atendimentos seguem em Osasco, Carapicuíba, Cotia, Diadema, Francisco Morato, Guarulhos, Santo André I, São Bernardo do Campo I, Campinas, São José dos Campos, Jacareí e Taubaté. No litoral, funcionam as unidades Santos III e Santos IV.
Já no domingo (8), o funcionamento fica restrito aos seguintes locais: Brás, São Mateus, Limão, Refeitório Mauá, Santos III e Santos IV.
Informações sobre o programa
- Café da manhã: a partir das 7h, pelo valor de R$ 0,50.
- Almoço: a partir das 10h30 (público preferencial) e 11h (geral), por R$ 1,00.
- Jantar: a partir das 17h, por R$ 1,00.
O Bom Prato é gerido pela Secretaria de Desenvolvimento Social (SEDS) desde o ano 2000. Atualmente, o programa conta com 128 pontos de atendimento entre unidades fixas, refeitórios e caminhões do Bom Prato Móvel. O foco principal é oferecer refeições nutricionalmente equilibradas a preços acessíveis, sendo um serviço essencial para a segurança alimentar de milhares de paulistas em situação de vulnerabilidade.
Com informações de Agência SP.


